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Até lá!
11/08/09
07/04/08
09/04/07
O que se passa numa consulta?
A primeira consulta geralmente dura de 30 minutos a uma hora e meia. A competência do terapeuta e a complexidade do caso é que determinam a duração dessa consulta.
Os terapeutas em medicina chinesa fazem a primeira consulta em quatro etapas: interrogatório (perguntas relacionadas com o caso a tratar); observação (rosto, língua, saburra da língua, forma do corpo e inúmeras informações fornecidas pelos cabelos, pelo olhar, pela pele e pelas unhas); olfato e audição (com relação a tudo que diz respeito ao caso); e apalpação (especialmente do pulso chinês, quer dizer, do pulso radial segundo a metodologia da medicina chinesa, mas também do abdômen, se necessário).
Depois de coletar todas essas informações durante a consulta, o terapeuta pode avaliar o estado energético do paciente e elaborar estratégias terapêuticas adaptadas a cada caso. Essas estratégias permitem-lhe estabelecer um tratamento com acupuntura e/ou fitoterapia.
Não se deve é pensar que bastam uma ou duas sessões de acupuntura para tratar doenças crônicas. (A maioria dos pacientes que recorrem à medicina chinesa sofre de doenças crônicas e já tentou tudo ou quase tudo sem sucesso.) Em geral, a associação de acupuntura e fitoterapia chinesa acelera o tratamento, mas não é possível determinar de antemão quanto tempo será preciso. O número de sessões varia de problema para problema e de pessoa para pessoa. Algumas doenças requerem vários meses de tratamento. E vale lembrar que às vezes só se consegue é controlar ou atenuar doenças que já se tornaram crônicas.
Acupuntura não dói. A inserção das agulhas é que pode provocar reações como formigamento, distensão local, sensação de peso, ligeira dormência, sensação localizada de calor ou de frio, rubor ao redor da agulha e assim por diante. Essas reações são normais e necessárias, porque são evidência de eficácia terapêutica e de boa técnica no manuseio das agulhas.
Quando prescritas por profissionais competentes, as substâncias medicinais chinesas não são perigosas. A fitoterapia ou farmacopéia chinesa é praticada já por muitos séculos, de forma que eventuais contra-indicações, efeitos colaterais e precauções já são perfeitamente conhecidos pelos que estudam a sério esta arte.
Deve-se lembrar também que não é preciso ficar doente para só então ir consultar um terapeuta em medicina chinesa. A medicina chinesa é preventiva. Não é nem crença, nem filosofia, nem religião. É um sistema médico milenar que faz sucesso em pleno século 21! Ela "funciona", quer creiamos quer não!
Sempre que você quiser saber o que a medicina chinesa pode fazer no seu caso, não hesite em enviar-me uma mensagem para scheiliewen@vo.lu
Copyright © Itamar Castro, 2007-2010. Todos os direitos reservados.
Os terapeutas em medicina chinesa fazem a primeira consulta em quatro etapas: interrogatório (perguntas relacionadas com o caso a tratar); observação (rosto, língua, saburra da língua, forma do corpo e inúmeras informações fornecidas pelos cabelos, pelo olhar, pela pele e pelas unhas); olfato e audição (com relação a tudo que diz respeito ao caso); e apalpação (especialmente do pulso chinês, quer dizer, do pulso radial segundo a metodologia da medicina chinesa, mas também do abdômen, se necessário).
Depois de coletar todas essas informações durante a consulta, o terapeuta pode avaliar o estado energético do paciente e elaborar estratégias terapêuticas adaptadas a cada caso. Essas estratégias permitem-lhe estabelecer um tratamento com acupuntura e/ou fitoterapia.
Não se deve é pensar que bastam uma ou duas sessões de acupuntura para tratar doenças crônicas. (A maioria dos pacientes que recorrem à medicina chinesa sofre de doenças crônicas e já tentou tudo ou quase tudo sem sucesso.) Em geral, a associação de acupuntura e fitoterapia chinesa acelera o tratamento, mas não é possível determinar de antemão quanto tempo será preciso. O número de sessões varia de problema para problema e de pessoa para pessoa. Algumas doenças requerem vários meses de tratamento. E vale lembrar que às vezes só se consegue é controlar ou atenuar doenças que já se tornaram crônicas.
Acupuntura não dói. A inserção das agulhas é que pode provocar reações como formigamento, distensão local, sensação de peso, ligeira dormência, sensação localizada de calor ou de frio, rubor ao redor da agulha e assim por diante. Essas reações são normais e necessárias, porque são evidência de eficácia terapêutica e de boa técnica no manuseio das agulhas.
Quando prescritas por profissionais competentes, as substâncias medicinais chinesas não são perigosas. A fitoterapia ou farmacopéia chinesa é praticada já por muitos séculos, de forma que eventuais contra-indicações, efeitos colaterais e precauções já são perfeitamente conhecidos pelos que estudam a sério esta arte.
Deve-se lembrar também que não é preciso ficar doente para só então ir consultar um terapeuta em medicina chinesa. A medicina chinesa é preventiva. Não é nem crença, nem filosofia, nem religião. É um sistema médico milenar que faz sucesso em pleno século 21! Ela "funciona", quer creiamos quer não!
Sempre que você quiser saber o que a medicina chinesa pode fazer no seu caso, não hesite em enviar-me uma mensagem para scheiliewen@vo.lu
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08/04/07
Afinal, o que é a medicina chinesa?
Não é a acupuntura! Melhor dizendo, não é apenas acupuntura, como quase sempre se pensa. A medicina chinesa é uma ciência complexa, um sistema médico dotado de rigor, estrutura e coerência. É uma medicina praticada na China já há 3.000 anos! Não é por nada que ela continua viva e atuante!
A medicina chinesa explica o corpo humano, seu funcionamento e suas disfunções com impressionante precisão. É verdade que essa precisão não foi ainda comprovada cientificamente, mas ela é fruto da observação da natureza e da experiência de inúmeras gerações de médicos e sábios.
Como toda ciência, a medicina chinesa tem uma teoria fundamental, um sistema de diagnóstico e um sistema terapêutico muito desenvolvidos. É por isso que alguns desequilíbrios energéticos podem ser detectados por terapeutas competentes bem antes que venham a provocar doenças. Não convém dispensar, porém, os exames médicos e laboratoriais modernos disponibilizados pela medicina ocidental. Quase sempre os melhores resultados são obtidos quando o paciente decide levar a sério o tratamento com a medicina chinesa e com a medicina ocidental!
Então quais são as disciplinas fundamentais desta arte médica? A acupuntura representa apenas 20 % do arsenal terapêutico da medicina chinesa. Existem também a fitoterapia, a moxibustão, a massagem e a dietética.
A fitoterapia tradicional chinesa é simplesmente fantástica. Extraídas dos reinos vegetal, mineral e animal, as substâncias utilizadas não apresentam perigos para a saúde humana. São usadas em medicina interna para tratar tanto doenças simples quanto doenças muito complexas.
A acupuntura é o recurso terapêutico mais conhecido. Utilizam-se agulhas bem finas e descartáveis para tonificar ou dispersar determinados pontos do corpo situados ao longo de meridianos, ou canais, de energia. Orientado pelo diagnóstico tradicional chinês, o terapeuta escolhe alguns pontos que vêm a formar uma ou mais combinações de pontos adaptadas a cada paciente.
A moxibustão é uma técnica muito simples, mas supereficaz, que visa fundamentalmente tratar os pacientes segundo os mesmos princípios da acupuntura. O que se utiliza não são agulhas, mas uma erva que é colocada sobre pontos de acupuntura. Esses montinhos de erva são queimados sem lesar a pele. E não dói nada! Os pacientes costumam dizer que a sensação é muito agradável.
As massagens são uma técnica que também dá bons resultados, mas em geral não são tão utilizadas na prática clínica cotidiana. Depende da escolha, das preferências e da formação do terapeuta.
A dietética chinesa é um recurso formidável! Não se trata de comer comida chinesa todo o tempo. Trata-se de um sistema alimentar surpreendentemente bem estruturado que pode ser utilizado segundo os hábitos culturais de cada paciente. Costuma-se dizer, em fisiopatologia chinesa, que "as cem doenças" têm raiz no sistema digestivo. Não raro a mudança de alguns maus hábitos alimentares dá novos ares à saúde ou, como se diz em chinês, faz com que "a primavera da saúde retorne". -- Mais informações em http://dietetica-chinesa.blogspot.com.
Pois é … a medicina chinesa é um sistema fabuloso, riquíssimo, que presta muito bons serviços a pelo menos um quarto da população mundial. Só isso já deveria dar no que pensar, não é? No próximo artigo, você verá o que se passa numa consulta com um terapeuta em medicina tradicional chinesa.
Sempre que você quiser saber o que a medicina chinesa pode fazer no seu caso, não hesite em enviar-me uma mensagem para scheiliewen@vo.lu
Copyright © Itamar Castro, 2007-2010. Todos os direitos reservados.
A medicina chinesa explica o corpo humano, seu funcionamento e suas disfunções com impressionante precisão. É verdade que essa precisão não foi ainda comprovada cientificamente, mas ela é fruto da observação da natureza e da experiência de inúmeras gerações de médicos e sábios.
Como toda ciência, a medicina chinesa tem uma teoria fundamental, um sistema de diagnóstico e um sistema terapêutico muito desenvolvidos. É por isso que alguns desequilíbrios energéticos podem ser detectados por terapeutas competentes bem antes que venham a provocar doenças. Não convém dispensar, porém, os exames médicos e laboratoriais modernos disponibilizados pela medicina ocidental. Quase sempre os melhores resultados são obtidos quando o paciente decide levar a sério o tratamento com a medicina chinesa e com a medicina ocidental!
Então quais são as disciplinas fundamentais desta arte médica? A acupuntura representa apenas 20 % do arsenal terapêutico da medicina chinesa. Existem também a fitoterapia, a moxibustão, a massagem e a dietética.
A fitoterapia tradicional chinesa é simplesmente fantástica. Extraídas dos reinos vegetal, mineral e animal, as substâncias utilizadas não apresentam perigos para a saúde humana. São usadas em medicina interna para tratar tanto doenças simples quanto doenças muito complexas.
A acupuntura é o recurso terapêutico mais conhecido. Utilizam-se agulhas bem finas e descartáveis para tonificar ou dispersar determinados pontos do corpo situados ao longo de meridianos, ou canais, de energia. Orientado pelo diagnóstico tradicional chinês, o terapeuta escolhe alguns pontos que vêm a formar uma ou mais combinações de pontos adaptadas a cada paciente.
A moxibustão é uma técnica muito simples, mas supereficaz, que visa fundamentalmente tratar os pacientes segundo os mesmos princípios da acupuntura. O que se utiliza não são agulhas, mas uma erva que é colocada sobre pontos de acupuntura. Esses montinhos de erva são queimados sem lesar a pele. E não dói nada! Os pacientes costumam dizer que a sensação é muito agradável.
As massagens são uma técnica que também dá bons resultados, mas em geral não são tão utilizadas na prática clínica cotidiana. Depende da escolha, das preferências e da formação do terapeuta.
A dietética chinesa é um recurso formidável! Não se trata de comer comida chinesa todo o tempo. Trata-se de um sistema alimentar surpreendentemente bem estruturado que pode ser utilizado segundo os hábitos culturais de cada paciente. Costuma-se dizer, em fisiopatologia chinesa, que "as cem doenças" têm raiz no sistema digestivo. Não raro a mudança de alguns maus hábitos alimentares dá novos ares à saúde ou, como se diz em chinês, faz com que "a primavera da saúde retorne". -- Mais informações em http://dietetica-chinesa.blogspot.com.
Pois é … a medicina chinesa é um sistema fabuloso, riquíssimo, que presta muito bons serviços a pelo menos um quarto da população mundial. Só isso já deveria dar no que pensar, não é? No próximo artigo, você verá o que se passa numa consulta com um terapeuta em medicina tradicional chinesa.
Sempre que você quiser saber o que a medicina chinesa pode fazer no seu caso, não hesite em enviar-me uma mensagem para scheiliewen@vo.lu
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06/04/07
Que doenças a medicina chinesa trata eficazmente?
Antes de responder a esta pergunta, eu gostaria de frisar que tanto a medicina ocidental quanto a medicina chinesa são necessárias para o bem-estar do homem do século 21.
A medicina ocidental é uma medicina alopática cujo ponto forte é consertar o que vai mal, cujo força é o tratamento sintomático. A medicina chinesa também é alopática, mas o seu ponto forte é a prevenção, a cronicidade, o terreno; é uma medicina que busca o equilíbrio e tem por objetivo proteger e fortalecer o que vai bem. Costuma-se dizer, sem idéias pré-concebidas, que a medicina ocidental é uma medicina "anti". Neste caso, pode-se dizer que a medicina chinesa é uma medicina "pró".
A medicina ocidental é muito eficaz para tratar doenças orgânicas, para as quais há explicações bastante precisas. Já o forte da medicina chinesa são doenças funcionais para as quais a ciência moderna, limitada à observação física, não tem explicação. Um exemplo: a um diabético insulino-dependente, a medicina ocidental prescreve insulina e assim consegue impedir o coma e a morte. Fantástico! A medicina chinesa não pode fazer isso, é claro. Mas possibilita que esse paciente utilize menos insulina e combata os efeitos secundários dessa substância. Portanto, o diabético que se trata com a medicina chinesa (sem, contudo, negligenciar o tratamento ocidental!) vive mais e melhor. Isso também é fantástico!
Veja abaixo uma lista parcial das doenças que a medicina chinesa trata eficazmente:
SISTEMA DIGESTIVO: gastrite, hepatite, colecistite, diarréia, constipação, doença de Crohn, hérnia hiatal, mau hálito etc.
SISTEMA RESPIRATÓRIO: resfriado, rinite, sinusite, alergias, tosse, bronquite, asma etc.
SISTEMA CARDIO-VASCULAR: varizes, insuficiência venosa, hipotensão e hipertensão arterial, hemorróidas, sequelas de infarto do miocárdio etc.
REUMATOLOGIA: artrose, ciática, osteoporose, torcicolo, lombalgia, poliartrite reumatóide, reumatismo crônico, tendinite etc.
DERMATOLOGIA: acne, eczema, alergias, psoríase, vitiligo, herpes, zona etc.
GINECOLOGIA: amenorréia, dismenorréia, TPM, menopausa, quistos dos seios, fibromas uterinos, endometriose, leucorréia, micose vaginal etc.
SISTEMA REPRODUTOR: esterilidade, frigidez, impotência, ejaculação precoce, baixa da libido, distúrbios da próstata etc.
SISTEMA URINÁRIO: cistite, incontinência urinária, enurese, hematúria, litíase renal etc.
PSICOLOGIA E PSIQUIATRIA: depressão mental, estresse, fobias, insônia, nevrose, histeria, psicose, agitação, hiperatividade etc.
OFTALMOLOGIA: conjuntivite, blefarite, lacrimejamento excessivo, miopia, presbiopia, glaucoma, estrabismo etc.
OTORRINOLARINGOLOGIA: acúfenos, otites, síndrome de Ménière, prurido ocular, dores de garganta etc.
A medicina chinesa não trata tudo, mas pode ser útil em praticamente todos os tipos de doenças, mesmo as mais complexas como a esclerose em placa, a fibromialgia, a fadiga crônica, a esclerose múltipla etc.
Um dia essas duas medicinas, cujos pontos fortes são complementares, trabalharão juntas, e os maiores beneficiados serão os doentes. Um dia o elemento humano será mais importante do que interesses financeiros. Um dia o sonho de associar essas duas medicinas tornar-se-á realidade. Nesse dia, o homem terá feito grande progresso no plano médico e humano.
Sempre que você quiser saber o que a medicina chinesa pode fazer no tratamento de alguma das doenças acima, ou de outras, não hesite em enviar-me uma mensagem para scheiliewen@vo.lu
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A medicina ocidental é uma medicina alopática cujo ponto forte é consertar o que vai mal, cujo força é o tratamento sintomático. A medicina chinesa também é alopática, mas o seu ponto forte é a prevenção, a cronicidade, o terreno; é uma medicina que busca o equilíbrio e tem por objetivo proteger e fortalecer o que vai bem. Costuma-se dizer, sem idéias pré-concebidas, que a medicina ocidental é uma medicina "anti". Neste caso, pode-se dizer que a medicina chinesa é uma medicina "pró".
A medicina ocidental é muito eficaz para tratar doenças orgânicas, para as quais há explicações bastante precisas. Já o forte da medicina chinesa são doenças funcionais para as quais a ciência moderna, limitada à observação física, não tem explicação. Um exemplo: a um diabético insulino-dependente, a medicina ocidental prescreve insulina e assim consegue impedir o coma e a morte. Fantástico! A medicina chinesa não pode fazer isso, é claro. Mas possibilita que esse paciente utilize menos insulina e combata os efeitos secundários dessa substância. Portanto, o diabético que se trata com a medicina chinesa (sem, contudo, negligenciar o tratamento ocidental!) vive mais e melhor. Isso também é fantástico!
Veja abaixo uma lista parcial das doenças que a medicina chinesa trata eficazmente:
SISTEMA DIGESTIVO: gastrite, hepatite, colecistite, diarréia, constipação, doença de Crohn, hérnia hiatal, mau hálito etc.
SISTEMA RESPIRATÓRIO: resfriado, rinite, sinusite, alergias, tosse, bronquite, asma etc.
SISTEMA CARDIO-VASCULAR: varizes, insuficiência venosa, hipotensão e hipertensão arterial, hemorróidas, sequelas de infarto do miocárdio etc.
REUMATOLOGIA: artrose, ciática, osteoporose, torcicolo, lombalgia, poliartrite reumatóide, reumatismo crônico, tendinite etc.
DERMATOLOGIA: acne, eczema, alergias, psoríase, vitiligo, herpes, zona etc.
GINECOLOGIA: amenorréia, dismenorréia, TPM, menopausa, quistos dos seios, fibromas uterinos, endometriose, leucorréia, micose vaginal etc.
SISTEMA REPRODUTOR: esterilidade, frigidez, impotência, ejaculação precoce, baixa da libido, distúrbios da próstata etc.
SISTEMA URINÁRIO: cistite, incontinência urinária, enurese, hematúria, litíase renal etc.
PSICOLOGIA E PSIQUIATRIA: depressão mental, estresse, fobias, insônia, nevrose, histeria, psicose, agitação, hiperatividade etc.
OFTALMOLOGIA: conjuntivite, blefarite, lacrimejamento excessivo, miopia, presbiopia, glaucoma, estrabismo etc.
OTORRINOLARINGOLOGIA: acúfenos, otites, síndrome de Ménière, prurido ocular, dores de garganta etc.
A medicina chinesa não trata tudo, mas pode ser útil em praticamente todos os tipos de doenças, mesmo as mais complexas como a esclerose em placa, a fibromialgia, a fadiga crônica, a esclerose múltipla etc.
Um dia essas duas medicinas, cujos pontos fortes são complementares, trabalharão juntas, e os maiores beneficiados serão os doentes. Um dia o elemento humano será mais importante do que interesses financeiros. Um dia o sonho de associar essas duas medicinas tornar-se-á realidade. Nesse dia, o homem terá feito grande progresso no plano médico e humano.
Sempre que você quiser saber o que a medicina chinesa pode fazer no tratamento de alguma das doenças acima, ou de outras, não hesite em enviar-me uma mensagem para scheiliewen@vo.lu
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O Yin e o Yang da saúde
Todo o mundo conhece o símbolo Yin Yang. E quase todo o mundo atribui-lhe virtudes místicas e até mágicas. Mas, no universo da medicina tradicional chinesa, o que está realmente por trás desse símbolo?
Os chineses da antiguidade perceberam que todos os fenômenos da natureza podem ser explicados recorrendo-se a dois parâmetros que se opõem um ao outro e ainda assim, ao mesmo tempo, se complementam. Um deles passou a ser chamado de Yin e o outro de Yang. Por quê? Porque um refere-se a tudo que tenha uma determinada natureza e o outro refere-se a tudo que seja o seu oposto. Por exemplo, a noite é considerada Yin, mas o dia é considerado Yang: a noite e o dia são opostos um ao outro, mas também complementam um ao outro. A noite depende do dia; o dia depende da noite. A noite segue o dia; o dia segue a noite. De noite há repouso; de dia há trabalho.
Com o tempo, a noção de Yin e Yang terminou introduzindo-se também no campo da medicina. Tanto o corpo quanto as suas funções fisiológicas e ainda as patologias foram classificados em termos de Yin e Yang. O coração, por exemplo, é considerado Yin e o intestino delgado é considerado Yang. Tudo bem, mas para que serve tudo isso?
Primeiro é preciso entender que Yin e Yang não têm absolutamente nada de místico ou de religioso na sua concepção original. Para a medicina tradicional chinesa, esses conceitos não têm nada de esotérico. Aliás, uma das mais belas características dessa medicina é o seu caráter lógico e coerente.
A lógica e a coerência da medicina tradicional chinesa colocam à disposição dos seus terapeutas um sistema milenar e fidedigno de avaliação do estado energético dos pacientes. Yin e Yang passam a ser ferramentas de trabalho indispensáveis que facilitam o diagnóstico e abrem a porta para o estabelecimento de estratégias terapêuticas em acupuntura e/ou fitoterapia adaptadas a cada pessoa. E é justamente isso explica o sucesso cada vez maior da medicina tradicional chinesa.
O Yin e o Yang da medicina tradicional chinesa nada têm a ver com os instrumentos e técnicas extremamente eficazes e indispensáveis da medicina ocidental. No entanto, uma medicina não deve excluir a outra. Na verdade, os pacientes que se tratam com essas duas formas de medicina em geral são os que obtêm os melhores resultados.
No próximo artigo, você verá que doenças podem ser tratadas pelo Yin e pelo Yang da medicina tradicional chinesa.
Copyright © Itamar Castro, 2007-2010. Todos os direitos reservados.
Os chineses da antiguidade perceberam que todos os fenômenos da natureza podem ser explicados recorrendo-se a dois parâmetros que se opõem um ao outro e ainda assim, ao mesmo tempo, se complementam. Um deles passou a ser chamado de Yin e o outro de Yang. Por quê? Porque um refere-se a tudo que tenha uma determinada natureza e o outro refere-se a tudo que seja o seu oposto. Por exemplo, a noite é considerada Yin, mas o dia é considerado Yang: a noite e o dia são opostos um ao outro, mas também complementam um ao outro. A noite depende do dia; o dia depende da noite. A noite segue o dia; o dia segue a noite. De noite há repouso; de dia há trabalho.
Com o tempo, a noção de Yin e Yang terminou introduzindo-se também no campo da medicina. Tanto o corpo quanto as suas funções fisiológicas e ainda as patologias foram classificados em termos de Yin e Yang. O coração, por exemplo, é considerado Yin e o intestino delgado é considerado Yang. Tudo bem, mas para que serve tudo isso?
Primeiro é preciso entender que Yin e Yang não têm absolutamente nada de místico ou de religioso na sua concepção original. Para a medicina tradicional chinesa, esses conceitos não têm nada de esotérico. Aliás, uma das mais belas características dessa medicina é o seu caráter lógico e coerente.
A lógica e a coerência da medicina tradicional chinesa colocam à disposição dos seus terapeutas um sistema milenar e fidedigno de avaliação do estado energético dos pacientes. Yin e Yang passam a ser ferramentas de trabalho indispensáveis que facilitam o diagnóstico e abrem a porta para o estabelecimento de estratégias terapêuticas em acupuntura e/ou fitoterapia adaptadas a cada pessoa. E é justamente isso explica o sucesso cada vez maior da medicina tradicional chinesa.
O Yin e o Yang da medicina tradicional chinesa nada têm a ver com os instrumentos e técnicas extremamente eficazes e indispensáveis da medicina ocidental. No entanto, uma medicina não deve excluir a outra. Na verdade, os pacientes que se tratam com essas duas formas de medicina em geral são os que obtêm os melhores resultados.
No próximo artigo, você verá que doenças podem ser tratadas pelo Yin e pelo Yang da medicina tradicional chinesa.
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